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TUDO AVULSO

Acontece-me... Por inspiração... transpiração... ou porque me apetece...

TUDO AVULSO

Acontece-me... Por inspiração... transpiração... ou porque me apetece...

04
Abr19

Viagens- As cores de Marrocos

Mariali

Um destino que já há muito queríamos conhecer, por ser tão próximo, diferente e pela curiosidade e sua História. A mística das cidades ditas imperiais classificadas como Património da Humanidade pela Unesco, sem dúvida,  encanta-nos pelo seu colorido, sons, cultura...- Marraquexe, Essouira, ElJadida, Casablanca, Rabat, Fez, Meknes...

O exotismo das cores, os mercados, as medinas, as mesquitas, a cerâmica, os palácios... 

As paisagens naturais, as oliveiras, as árvores de argan, os cactos, as palmeiras... E os jardins Majorelle?... E a simpatia daquela gente?...

Adorei.

 

 

Bem, o mais difícil foi escolher as fotos. Um pouco ao acaso, algumas....

 

*Para a semana, Cracóvia, será outro destino, um dos que foram  marcados naquela Sexta-feira (Black Friday).

Depois postarei também algumas fotos. 

 

 

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16
Mar19

O peso do coração...

Mariali

Em primeiro de tudo, quero dizer que, hoje,  sonhei com o meu pai... 

Muito raro sonhar. Não o reconhecia como um bom pai, principalmente, durante todo o meu crescimento até ao tempo que mudei de estado civil. Depois, fui mãe, uma, duas vezes e, pouco depois, ele adoecia e ficava com sequelas para o resto de sua curta vida.

Aos poucos fui reconhecendo que ser pai "destes" seus filhos, não foi nada fácil...

 

Então, depois das duas viagens por Marrocos, depois da aula de Filosofia prática, sobre o Egipto- A análise do Papiro de ANI- "o peso do coração do morto", e depois de ter passado a ferro uns 20 kgs de roupa... Adormeci, vagueei... Penso que conectada à essência das coisas.

 

O canto de pássaros, vozes, os carros... Um aperto no peito, o coração. Acontecia o despertar, lento.

Meu pai no sonho, os deuses, os olhos da mente, (egoísta e pura) a balança, o peso do seu coração, leve, as crianças, os passaportes, eu, na penumbra, confusa, insegura. Cega...

 

Acordada, vejo tudo em conformidade. Há luz.

Anubis é um bom avaliador.

 

 

01
Mar19

A Primavera e a sexta-feira negra- viagens

Mariali

Toda a semana senti borboletas no estômago. As viagens aproximam-se.

Como já referi,  costumo viajar em família, ou então acompanhada por 2 ou 3 amigas.

Em famíla, viajo através de uma agência com tudo a que temos direito quanto a mordomias e a "desembolsar"...

Com as amigas, é mais género aventura. Marcamos pela internet, mais barato, divertido...

Para já, tem corrido tudo às mil maravilhas, tanto pela agência como pela internet.

 

Bem, fica entre nós. Segredo. OK?...

 

Era dia de Black Friday, as ofertas surgiram, os ânimos aqueceram e, de uma assentada, três viagens marcadas. Nós, as amigas. A preços irrisórios.

 

Ora, na viagem mais recente, em família, tivemos direito a uma indemnização de 600€, devido a atraso de voos. Logo, ficou decidido que iríamos a Marrocos, mal iniciasse a Primavera...

 

Não é que, coincidências das coincidências... A Primavera ainda não iniciara, no calendário, e a viagem em família, através da agência, já era marcada para os inícios de Março...

 

E, claro, aconteceu... Regresso das cidades imperiais num fim de dia, à noite, e, no dia seguinte, pelas 18h, embarco com as minhas amigas, em outra viagem, uma das tais, marcada em tempo de Black Friday.

 

Seleccionei roupas e calçado para as duas viagens, e, também, estratégias para aguentar o desgate físico e psicológico,  de resto, é deixar correr.

 

A  Primavera antecipou-se e a sexta feira negra virou bode expiatório.

 

 

14
Fev19

Pirosices ou não

Mariali

(Um texto reeditado, de 2015, 14 de Fevereiro, sábado.  Um dia chuvoso no campo.)

 

Pode ser pirosice, mas apeteceu-me imitar algumas fotos que vejo por aí, nestes dias, na internet.

No final da tarde, estávamos todos molhados. O espelho, os meus pés, o quispo e também as duas pessoas que, entretanto, podavam as árvores de fruto.

Fui protegendo a máquina fotográfica, ao máximo, por baixo do guarda- chuva e do quispo.

E eles, por baixo de suas capas, também se protegiam, subiam os escadotes até à copa das árvores, de tesoura na mão... Desciam e subiam cada árvore por sua vez.

 

Valeu, já não foi um dia como qualquer outro. O trabalho ficou feito, a poda... Assim a Primavera já poderá chegar.

 

Eu, fazendo de conta, fotografei .

 

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05
Fev19

Filosofando mas pouco

Mariali

Desvalorizava e até tinha a ideia que era doença para criança. Apanhei o virus e já lá vão 3 semanas, com direito a  3 consultas, gotas e gotinhas, mais cremes e pomadas... Agora já sei o que é uma conjuntivite a sério.

Estou na recta final, ainda medicada. Terei nova consulta, para exame completo aos olhos, sabe-se lá os efeitos na visão, "diz- que".

 Sempre que insistia na leitura, o estado clínico agravava-se...

Um outro "problema",  que, agora, vejo transformado em óptima resolução, foi habituar-me a não "pentear" as pestanas (rímel).

 

Conhecem Bhagavad Gita?

 

Emprestaram-me o livro, e,  evidente, não pude iniciar a leitura. A curiosidade levou-me a ouvir vídeos. Houve essa necessidade, uma vez que tinha iniciado uma formação "Conhece-te a ti mesmo", que é a máxima do Curso de Filosofia Prática. Uma viagem às principais ideias filosóficas do Oriente e Ocidente.

 

No Facebook , reparei na publicidade sobre esta formação, encaminhei-a para as minhas filhas. Elas devolveram-me, dizendo que seria óptima para mim. 

Os filhos crescem e sentem que os pais precisam de evoluir (interiormente). Será?!... A sério?!... E por que não?!... De uma boa reflexão quem não está necessitado...

Então, à 6-ª, ao fim do dia, durante 3 meses. O grupo é quase todo jovem, eu serei a mais velha.

 

Sei que devo ser humilde. Mas não saí de casa, como agora os jovens, quando vão frequentar o ensino superior, mas saí para frequentar o 2º ciclo. Logo, o convívio em família, passou a ser nas férias de Natal, Páscoa e no Verão.

Os novos amigos, as diferenças culturais, o meio citadino, residir longe dos pais e outros familiares foram impostos, assim, desde muito cedo. E não havia como fugir dos problemas que iam surgindo a cada instante. Resolvia, contornava, ou sei lá... Crescia.

 

Os anos passaram. O curso terminado. O emprego. O casamento...

E a casa, o sítio onde nasci, os pais e outros familiares... Uns, permanecem. Outros, mudaram-se como eu. E há os que partiram para sempre. 

 

Ouve-se muitas vezes dizer que os filhos só compreendem os pais quando também o são. Para mim, é uma grande verdade. Aconteceu comigo.

Pois, agora é a minha vez, vou esperar, nunca desesperar e, (não sentada), ver se um dia acontece...

Mas tudo bem. Um desabafo. Tenho de reconhecer que minhas filhas são as melhores do mundo.

 

 

17
Jan19

Ao natural e bêbedos

Mariali

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Para quebrar o silêncio, e tambem como "corta-sabores", uma receita, simples, que todos os anos confecciono, por tradição, e que costuma fazer parte da mesa de natal.

Colhi-os na aldeia. A árvore, codorneiro, está envelhecida, e é urgente fazer-se uma enxertia,  pois, esta árvore e o fruto são raros. Há quem os conheça por peras de inverno.

 

Desta vez, usei vinho maduro, em vez de verde, não deixei cozer demasiado e o sabor ficou divinal 

Também ficam muito saborosos, quando são, simplesmente, cozidos ou assados.

 

Aqui deixo a receita (codornos bêbedos)

 

*9 codornos

*4dl vinho maduro

*1,5dl água

*250gr açúcar

*Uma casca de limão

*Um pau de canela

 

Numa panela colocar o vinho, a casca de limão, o pau de canela.

Quando iniciar  a fervura, acrescentar o açúcar .

Depois de ferver 5 minutos, introduzir os codornos já lavados e descascados

Deixar ferver até verificar que estão cozidos.

Retirar os codornos para uma taça; e deixar o vinho ferver até ficar tipo xarope.

Para finalizar, verter o xarope sobre os codornos, e comê-los mais tarde ( frios).

 

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Só quem os saboreou na infância, está apto a sentir todo o paladar, cheiro, textura...  Penso.

 

 

 

 

 

 

 

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