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TUDO AVULSO

Acontece-me... Por inspiração... transpiração... ou porque me apetece...

TUDO AVULSO

Acontece-me... Por inspiração... transpiração... ou porque me apetece...

01
Jan18

Quantas cores o monte tem?

Mariali

Início do inverno. Final do ano. Anoitecer. Dezembro.

A natureza humana, aqui, pouco intervém.

O monte vai tingindo-se em conformidade com as leis da natureza.

Os caminhos cheios de fofura, porque as árvores continuamente deixam cair sua folhagem.

Que consigamos ver e reparar nas belezas que 2018 oferecer.

Assim seja.

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 "Só veem as belezas do mundo aqueles que têm beleza dentro de si". Rubem Alves

 

29
Dez17

Previsões? Não, obrigada.

Mariali

Somos uma família em grande número, e, apesar de um ou outro pensar que não somos grande família, a verdade é que somos uma família de mil e uma memórias e de mil e uma histórias.

E somos de afectos. Uns, vivem-nos à superfície e todos os veem; outros, resguardam-se, mas, os mais atentos, sentem-nos fervilhar; e, ainda, há aqueles que, basta um pequeno aceno, transbordam de boas palavras e bons actos.

Somos irmãos. E daí ramificam sobrinhos, netos, primos.

Os mais novos, principalmente, precisam da magia de Natal. Por isso, todo o esforço é necessário para viver esta época natalícia.

O ano passado, escrevi um texto cheio de estratégias para o ano em que estamos: "Estratégias à minha maneira", disse eu. 

Meu Deus! Apesar de ser cuidadosa nos meus desejos, porque já não sou de acreditar em planos a longo prazo, agora, lendo-o, sinto-me ridícula!

Adivinhavam-se e avistavam-se sinais de que algo poderia acontecer... Mas nunca imaginei que seria assim. Tentar comandar a nossa vida: fazendo votos, desejando o que bem lhe apetece no momento, é tudo blá... blá...

Então, no próximo ano, vamos lá ter forças para aceitar o que é natural, não?...

Para morrer não há idade. Quando estamos preocupados com os mais velhos, poderemos receber "um golpe baixo", que nos "sopapa", deixando-nos de rastos.

Convém estar em alerta permanente. Viver cada momento gratificante do nosso dia a dia, ficarmos agradecidos e seremos felizes. 

 

18
Dez16

É tempo de natal

Mariali

Quem nunca ouviu falar de codornos?

Codorno é Natal. Dezembro. Em tons acastanhado, dourado e rosado. Duro e suculento. Parece nunca amadurecer. Resistente às intempéries, às penicadelas dos pássaros e às dentadas nossas...

Ontem fui ao campo e lembrei-me que, para o natal, faltava pouco e também me faltavam os codornos. Assados ou em compota são deliciosos. Sabor único. Só quem os saboreou em criança consegue sentir todo o paladar, cheiro, textura. E eu nunca quero quebrar esta minha tradição seja ela verdadeira ou de sonho de criança.

Se eu não fosse à aldeia, iriam ficar por lá, esquecidos, caídos e eu nunca mais me perdoaria. Eles fazem parte da mesa de Natal, são os corta sabores de toda a doçaria da época.

O pessoal adora os meus codornos, quem já os provou, claro... 

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 *cesta de codornos

28
Dez15

Natal 2015

Mariali

Pois... É verdade. Natal também é tempo de trabalheira.

Não me posso queixar... Apenas elaborei uns pequenos arranjos, coloquei-os por ali e por acolá para assinalar a época. Fiz rabanadas, aletria e peras bêbedas. Algumas doçuras. As preferidas cá da gente de casa. Ah! E comprei presentes.

Os almoços e jantares, esses, foram em casa de familiares. Chego a ter compaixão daqueles que nos recebem. Tanta gente! Trinta, quarenta?!... Por aí.

Os presentes alegram a criançada. Papéis e laços espalhados pelo chão. Jogos de mesa, sorrisos, conversas em tom maior e, por vezes, cruzadas...

Há encontros que são de longa distância...Temos de aproveitar cada instante... Porque a hora de partir é já.

E  pronto, termina o Natal, o tal que esperamos um ano inteiro. Despedidas, abraços, risos, saudades e um até breve ou até qualquer dia.

Restam-nos algumas doçuras e lembranças que prolongam o tempo de natal... 

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DSCN8249.JPG

 

21
Dez15

Dicas que não são dicas para tempo de natal

Mariali

Onde estão as dicas para que, no tempo de natal, possamos estar de cabelos bem arranjados em todos os almoços a que vamos?

Difícil, não? Um almoço, dois almoços, três...  Teríamos de os lavar quase todos os dias.

O que costumo fazer é dar prioridade... Então, escolhi o almoço de família para estar mais produzida. Pintei o cabelo e ficou lavadinho, solto e levemente esticado. Seja lá quem for fica com outro ar... Desde que o penteado não seja em forma de capacete... ;)

Depois, é óptimo ouvir irmãos, cunhadas e sobrinhos elogiar o nosso estado. Porque, apesar de... A idade não passa... E tal e quê... Ó cunhado, para quando outra criança?... Ó tia, tens as calças rotas nos joelhos... :)

Entre amigos, tanto elogio pode soar falsidade. Em família, não. É um modo carinhoso de comunicar, um modo de dizer que gostamos, que somos família, que os laços estendem-se com o tempo. Sempre.

Sim, é isso.

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22
Dez14

I`m Dreaming...

Mariali

 

No  almoço de Natal entre amigos de curso e profissão, há pessoas que sempre nos surpreendem. Também há aquela que faz a diferença... Vou referir-me a alguém, pois, nunca se esquece de nos brindar com originalidade nesta época natalícia.

Antes de sentarmo-nos à mesa, colocou, no prato de cada um, uma caixinha/presente, (vejam, por favor, a foto). Dentro, bolachas deliciosas envolvidas numa  mensagem.

 "Sendo único e inesquecível cada momento. Que juntos viveremos e nos lembraremos..."                                                     

                                                                                    Albert Einstein  

Obrigada, amiga, relembro eu...     

 

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 *Mais tarde, em casa, fotografei.

 

                                                                        

15
Dez14

Registo em tempo de Natal

Mariali

E quando de repente, sais do restaurante, depois de um Almoço de Natal entre amigos de curso e profissão,  e vês velinhas desenhando e iluminando, nas pedras do chão, os contornos da nossa História, isso é provocação, impulso de emoções, magia e deslumbre dos sentidos. É Natal!

Mas não era essa a razão, a do Natal, era dia treze, o 13.º aniversário do Centro Histórico de Guimarães a Património Mundial .

Fotos ali, fotos acolá, em grupo, sozinhas, com poses e risos, parecíamos adolescentes... E eu sem máquina fotográfica.

Mais tarde, voltei. Mas a chuva miudinha caía, desconsertando a geometria da História, e o fumo, com odor a cera queimada, ziguezagueva ao encontro dos pingos de chuva.

Resta-nos recordar o momento até quando se esfume da nossa memória...

1- Foto de telemóvel, Largo da Oliveira

2- Foto de máquina fotográfica, rua Sª. Maria 

Largo da Oliveira- Guimarães

rua S. Maria- Guimarães 

 

03
Jan14

O cheiro a pinheiro...

Mariali

Vem o Verão e os pinhais ardem. Então, para quê usar um pinheiro de plástico ou de qualquer outro material?

Pés a caminho e lá fomos passear pelo pinhal. Mas eram demasiado altos e desarranjados...

Nisto, chegámos a uma área que antes era de cultivo e agora virou matagal. Alguns pinheirinhos, verdejantes e húmidos de seiva, encantaram-nos logo ao primeiro olhar... Apenas cortámos um ramo bem bonito e harmonioso.

E, deste modo, tivemos em casa o cheiro a pinheiro e resina tão caracteríticos dos natais de algumas décadas atrás.

Aqui está a arma do crime e, também, uns raminhos de um arbusto que há muito tempo não via, e que marcou presença num centro de mesa.

E outras fotos do monte...

 

 

   

18
Dez12

O tempo de natal

Mariali

 Há muito tempo, já há algumas "dezenas" de anos, o tempo de Natal era também o tempo dos codornos. Em Cabeceiras de Basto, chama-se codorno a uma pêra de inverno de casca e polpa duras, que pode comer-se cozido, assado ou em compota. Pensava eu que o codorneiro teria de crescer à beira rio. Pois, em criança, um dos rituais que aconteciam nesta época do ano, era a caminhada para apanhar este fruto. Por carreiros de terra batida e húmida, seguíamos cuidadosamente a margem da levada, até que avistávamos o codorneiro lá ao fundo, perto do moinho, junto ao rio. Descíamos o terreno acidentado e enlameado, às escorregadelas e aos gritinhos, desafiando o som ensurdecedor da água do rio deslizando contra os penedos quase submersos. E, deste modo, entre irmãos, vivenciávamos mais uma aventura!

A semana passada avistei esta árvore na aldeia, em Fafe, discreta, entre outras árvores numa margem do campo, e carregadinha de frutos... 

Lá, dizem que é uma pereira carregada de peras de inverno. Eu digo que é um codorneiro... 

 

 

 

 

 

 

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